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Comerciantes angolanos constatam técnicas de produção de vinho

Lisboa (Do enviado especial) – As técnicas de cultivo de uvas, transporte para as adegas e sua limpeza, extracção e engarrafamento do vinho, na zona oeste de Lisboa (Portugal), estão a ser constatados desde sábado por comerciantes angolanos.
 
Depois de ter visitado quatro sociedades vinícolas no sábado e hoje, domingo, a delegação empresarial angolana visita igual número de sociedades produtoras de vinho, todas elas com uma média de produção de mais de um milhão 500 mil litros/ano, para observar de perto todo o processo de produção de vinho com qualidade.
 
Durante as visitas, os participantes recebem explicações detalhadas sobre a origem da sociedade, a quantidade de hectares e de litros de vinhos produzidos, trocam experiências com os empresários lusos e participam de provas de vinhos.
 
Sábado, nas adegas e quintas por onde esteve, a comitiva angolana soube que alguns produtores da região de Lisboa desenvolvem a sua actividade na sua maioria em forma de cooperativa, com fundos comunitários e vindimam (colhem a uva) manualmente e com máquinas, como a Adega Cooperativa Arruda dos Vinhos.
 
Nas outras quintas visitadas, os seus gestores declaram que produzem de modo essencialmente orgânico, sem adubos, com vista a aquisição de vinhos gastronómicos, destinados mais a servir de complemento a comidas, segundo garantiu o engenheiro agrónomo da Quinta da Cortezia, Miguel Catarino.
 
Efectuam igualmente visitas à quintas e adegas de Lisboa, empresários russos, norte americanos e croatas, que foram, a semelhança dos angolanos, convidados pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVRL) a inteiraram-se da produção dos associados da CVRL.
 
O convite da CVRL é igualmente extensivo a participação das delegações estrangeiras no Salão Internacional do Sector Alimentar e de Bebidas (Sisab 2010), que decorrerá de 22 a 24 deste mês, em Lisboa.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2010/1/7/Comerciantes-angolanos-constatam-tecnicas-producao-vinho,6a161c67-7c3a-411a-8ba5-82ec7ce256a0.html

Nove adegas juntas para comercializar

Nove adegas portuguesas juntaram-se para criar um grupo, denominado A9, com o objectivo de promover e comercializar os seus vinhos a nível nacional e mundial.

O grupo envolve as adegas de Almeirim/Arruda, Caves Vale do Rodo, Favaios, Pegões, Caves Santa Marta, Soadegas, Udaca e Vercoope, que representam 27 empresas e correspondem a 15% da produção nacional, com mais de 15 200 viticultores.

Um dos objectivos do grupo, nascido naFederação Nacional das Adegas Cooperativas, é a criação de uma plataforma de trabalho com vista ao relançamento dos vinhos no mercado global, nomeadamente, nos EUA, Canadá, Brasil, China, Índia e Rússia.

Detém já uma média de negócios de 86,5 milhões de euros, dos quais 13 milhões são em exportação. Em volume, o A9 tem a marca mais vendida em Portugal, e a sexta maior marca nacional em valor. Foi apresentado formalmente no último dia 11.

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1044597

Arruda dos Vinhos – 11.ª Festa da Vinha e do Vinho

01-11-2008
12:00: Inauguração do certame
Lançamento de vinhos novos da Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos

15:00: Demonstração do grupo de Robótica da Escola Profissional Gustave Eiffel

16:00: Grupo de Cavaquinhos, da Sociedade Filarmónica Cartaxense e Orquestra de Acordeões, da Sociedade Filarmónica Cartaxense

22:00: Miss Festa da Vinha e do Vinho
Ao Intervalo – Estudantina Universitária de Lisboa

02-11-2008
08:30: Passeio BTT e Passeio Pedestre Rota da Vinha e do Vinho
Concentração junto à Câmara Municipal

09:00: Passeio BTT e Passeio Pedestre Rota da Vinha e do Vinho
Partida dos Passeios

12:00: Abertura do certame
16:00:Animação com as Docemania
20:00: Animação com Raul Eu e os Empregados

03-11-2008
22:00: Espectáculo com Fernando Correia Marques

04-11-2008
22:00: Espectáculo com Frei Hermano da Câmara

05-11-2008
22:00: Espectáculo com “Deolinda”

06-11-2008
22:00: Espectáculo Ruth Marlene

07-11-2008
22:00: Animação com Triplex + 1 Cover Band
23:00: Animação com a Bandinha da Alegria

08-11-2008
16:00: Tarde de Folclore
Grupo Folclórico de Valadares – Vila Nova de Gaia
Rancho Folclórico e Artístico de Antões – Guia – Pombal
Rancho Folclórico Podas e Vindimas (adulto) – Arruda dos Vinhos

22:00: Folclore Egípcio pelo Grupo AAMINAH Group, Demonstração de Danças de Salão do Rancho Folclórico Podas e Vindimas e Demonstração do Grupo de Hip Hop de Arruda dos Vinhos

23:00: Espectáculo com Dina

Vinho de Arruda nos EUA

Vinhos de Arruda nos EUAFonte: http://books.google.com/books?id=h4TIrq4MJ9QC&pg=PA75&lpg=PA75&ots=zN1K4RkLKn&dq=arruda+dos+vinhos&hl=pt-PT&output=html&sig=HECHoxOUEiipBqOl0vCYkgwKQtw

Vinhos da Estremadura vão ser pela primeira vez certificados por uma única entidade

Os vinhos da Estremadura vão passar a ser certificados por uma única entidade, a Comissão Vitivinícola Regional da Região da Estremadura, cuja candidatura formal foi ontem entregue no Instituto da Vinha e do Vinho.

“Com maior dimensão as entidades certificadoras têm maior capacidade na racionalização de meios de certificação e nos ganhos que traz à promoção dos produtos que certificamos”, declarou à agência Lusa Carlos João Fonseca, membro da comissão executiva da nova entidade.

Para o dirigente e produtor, a reestruturação do sector “poderá beneficiar mais os produtores que estavam associados às pequenas CVR que, por questões de escala, se deparavam com dificuldades de promoção.

No entanto, alertou, “o aumento de custos poderão tornar mais morosa e mais cara a certificação, o que é uma desvantagem competitiva” face a outros países europeus.

A nova entidade certificadora da Região de Lisboa congrega as extintas CVR’s da Estremadura, Bucelas/Carcavelos/Colares e da aguardente da Lourinhã e vai ficar sedeada em Torres Vedras, estando a ser equacionada a hipótese de manter uma delegação em Leiria.

Esta última aprovou na quarta-feira a proposta de integração na nova CVR, após mais de três meses de negociações com o Ministério da Agricultura, reivindicando um estatuto especial para a única aguardente de denominação de origem do país e a terceira da Europa.

“Chegámos à conclusão de que não vamos apresentar uma candidatura autónoma porque não tem viabilidade do ponto de vista jurídico e financeiro”, explicou agora à agência Lusa o actual presidente, Fernando Oliveira, reagindo à recusa por parte da tutela em aceitar a candidatura desta CVR a entidade certificadora por motivos de escala.

A integração na nova CVR da Região de Lisboa é encarada como uma “nova janela de oportunidades” na própria promoção da aguardente, cuja produção se restringe a 25 operadores e a uma área de 50 hectares, sendo comercializadas por ano 10 mil garrafas.

“O que nos preocupava e que vai manter-se é a denominação de origem”, tranquilizou o dirigente, explicando que está assegurada a continuidade da região demarcada, bem como a criação de uma “secção específica na nova estrutura de controlo e certificação” para o caso das aguardentes.

A CVR da Região de Lisboa abrange a segunda maior área de vinhas do país (30 mil hectares), onde anualmente são produzidos 15 mil litros de vinho (18 mil garrafas), capazes de gerar uma receita de 40 milhões de euros, dos quais 40 por cento são destinados à exportação.

Esta nova entidade vai ficar responsável por todos os vinhos regionais da Estremadura, de Denominação de Origem Controlada (Alenquer, Arruda, Torres Vedras, Óbidos, Encostas d’Aire, Bucelas e Colares) e pelo Vinho Licoroso de Qualidade Produzida na Região Determinada de Carcavelos.

A constituição de novas entidades certificadoras decorre da publicação de legislação comunitária mais rigorosa no que respeita à certificação de vinhos e da consequente reforma para o sector que está em curso.

Há cerca de um ano, o ministro da Agricultura, Jaime Silva, avançou com a proposta de reforma para o sector e pediu às entidades que se agregassem e se candidatassem a certificadoras, recordando que trabalhar em conjunto permite aumentar o peso, dimensão e prestígio em termos de mercado.

Fonte: http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2007/12/28c.htm

Regiões demarcadas

Em 1980 foi reconhecida a denominação Algarve (mais tarde regulamentada – 1990 – e substituída por quatro denominações Lagoa, Lagos, Portimão e Tavira), tendo-se procedido então à sua demarcação.

Em 1986 foram reconhecidas as primeiras regiões do Alentejo – Borba Redondo, Reguengos, Portalegre e Vidigueira – tendo sido reconhecidas em 1991, Évora, Moura e Granja-Amareleja.

Também em 1986 foram reconhecidas, como denominações de origem correspondentes aos vinhos de qualidade produzidos em zonas vitícolas de interesse, as seguintes regiões: Chaves, Planalto Mirandês, Valpaços, Castelo Rodrigo, Pinhel, Cova da Beira, Encostas de Nave, Varosa, Lafões, Alcobaça, Encostas de Aire, Óbidos, Arrábida, Palmela, Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém, Tomar, Alenquer, Arruda e Torres Vedras. Em 1994 obtiveram reconhecimento de denominação Biscoitos, Graciosa e Pico.

Fonte: http://www.lusawines.com/historia.asp

Vinhos : Erva Pata, Uma Novidade de Arruda dos Vinhos

Foi com uvas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Miúda e Cabernet Sauvignon, da safra de 2002, que os enólogos João Ribeiro Corrêa e Pedro Ribeiro Corrêa elaboraram este tinto Erva Pata [planta (cernuaoxallis) cujas flores, de um amarelo vivo, matizam o verde dos tufos das ervagens, arbustos e arvoredo da região].

É um vinho que deixa fundadas esperanças no renascimento de uma região, que tem andado afastada da mesa dos apreciadores.

A cor, retinta, impressiona muito favoravelmente, bem como o aroma, com alguma complexidade, em que, por enquanto, dominam, de forma discreta, as notas vegetais do Cabernet Sauvignon, sobre as florais e a violeta da Touriga Nacional, sobrepondo-se, porém, a todas elas, aromas de fruta bem madura.

Na boca, o Erva Pata 2002 dá-se a conhecer com alguma rusticidade e dureza, que o tempo amaciará. Tem boa estrutura tânica e o conjunto tem nível suficiente para merecer a atenção dos apreciadores.

Fonte: http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2005/01/30a.htm