Category Archives: Tauromaquia

Sérgio Miguel dos Amadores de Arruda dos Vinhos – “…soubemos dignificar a Jaqueta de forcado”

Sérgio Miguel, 37 anos de idade e Gestor de Categoria de profissão, é o cabo do Grupo de Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos, sucedendo em 2011 ao anterior cabo Paulo Lúcio.

Grupo fundado no ano de 2008 e que na temporada transacta cumpriu o primeiro ano como grupo pré-associado da Associação Nacional de Grupos de Forcados.

Taurodromo.com – Como considera que correu a temporada 2011 para o grupo?
Sérgio Miguel – A temporada 2011 correu muito bem para o grupo. Realizámos 7 corridas com muita responsabilidade e empenho da nossa parte, sendo o primeiro ano como pré-associados na ANGF.

Do meu ponto de vista, soubemos dignificar a Jaqueta de forcado, tenho visto algumas das entrevistas com declarações sobre este assunto.

T – Quais os melhores e piores momentos do grupo na temporada 2011 que gostaria de destacar?
SM – O pior para o grupo foi não termos pegado mais corridas.

Um dos melhores foi a corrida em Arruda dos Vinhos no dia 17 de Agosto, no concurso de ganadarias. O grupo apresentou-se na sua terra, com grande empenho e responsabilidade. Pegámos ao lado dos Grupos de Azambuja e Alenquer, dois grupos da região e apesar de tudo, o grupo tinha de mostar que tinha valor, para não desiludir aqueles grupos que votaram a favor da nossa entrada na ANGF e que acreditaram em nós.

T – Qual a ganadaria que o grupo mais gostou de pegar na temporada 2011?
SM – A ganadaria que o grupo mais gostou foi o toiro Pegoras em Arruda. Tenho de agradecer ao Pedro Faria (Piriquita ) e ao Rui Bento Vasques (Campo Pequeno ), por terem acreditado em nós. Não podia deixar de agradeçer a estas pessoas.

T – Qual o estado do grupo actualmente, em termos de número de elementos? Têm dificuldades de recrutamento?
SM – Olhe, o grupo está de boa saude e recomenda-se. O número de elementos actualmente é de 25. Temos muita rapaziada nova com quem ainda não podemos contar com eles a 100%, porque ainda têm muito para aprender. É por isso que aos poucos vamos fardando um ou outro desses elementos, só para sentirem o “peso” da jaqueta .

T – A temporada de 2012, será finalmente a temporada com bandarilhas de segurança?
SM – Penso que há ainda algum trabalho pela frente em relação a este assunto. A ANGF tem feito muito não só por este tema, bem como elevar mais alto o nome do Forcado.

T – Na temporada de 2012, prevê-se uma diminuição do numero de corridas a realizar com o acréscimo do valor do IVA e o agravamento da crise económica. O que espera da temporada de 2012?
SM – Espero sinceramente que seja melhor do que a do ano passado. Sempre fui muito positivo e acredito que o aumento do IVA, não irá influenciar as idas aos espectáculos. Um aficionado que seja aficionado de facto, arranjará sempre maneira de estar presente.

Penso e desejo que este ano, todos os aficionados, empresários, cavaleiros, forcados e ganadeiros, … , etc, resumindo, todos os intervenientes na festa brava no geral, se unam e trabalhem em conjunto para podermos atravessar este ano de crise ainda com mais sucessos.

Fonte: http://www.taurodromo.com/entrevistas/5504/sergio-miguel-dos-amadores-de-arruda-dos-vinhos-soubemos-dignificar-a-jaqueta-de-forcado.aspx

Corrida de Toiros: Muito pouco para contar – Arruda, 16 de Agosto

- Praça de Toiros: Arruda dos Vinhos
- Data: 16/08/2011
- Empresa: Sociedade Campo Pequeno, S.A. – Tertúlia “A Periquita”
- Ganadarias: Manuel Coimbra (lide a cavalo) e Manuel Veiga (lide a pé)
- Cavaleiros: Luís Rouxinol e João Ribeiro Telles Jr.
- Forcados: Amadores de Vila Franca de Xira e Aposento da Moita
- Matador: António Ferrera
- Assistência: ¾ de casa

Noite para esquecer aquela que se viveu esta Terça-Feira em Arruda dos Vinhos. Uma “mansada” e muito mal apresentada corrida de Manuel Coimbra para cavalo e um matador espanhol que fez de tudo menos tourear deitaram por terra um cartel que até tinha o seu atractivo, transformando a corrida num verdadeiro calvário para os espectadores, onde se contaram pelos dedos das mãos os motivos de interesse.

Abriu praça o consagrado Luís Rouxinol que frente a um “Coimbra” manso de livro, alto, excessivamente “aleonado” e feio de cara, apenas pôde puxar de recursos para dar lide a um toiro que fugia literalmente do cavalo. Andou o cavaleiro extremamente esforçado na brega, expondo ao máximo para alegrar e interessar o cornúpeto, mas de nada serviu e os ferros foram caindo no cachaço do manso sem pena nem glória, numa lide em que apenas se destaca o verdadeiro empenho de Rouxinol em sacar água de um poço completamente seco.

Ás 10:52hrs (!!!) saiu o primeiro para João Telles Júnior, em substituição de um outro, claramente afectado da visão, que o director de corrida entendeu por bem levar uma eternidade a devolver. Novamente um animal com uma cara e hastes inapresentáveis, que teve como principais virtudes a saída a todo o gás e uma codícia e arrancadas intermitentes, de preferência quando sentia poder apertar o cavaleiro junto às tábuas. Talvez por esta característica andou o jovem ginete bastante precavido nas bregas, embora tenha deixado uma boa série de curtos, com especial destaque para o quarto, partindo de curros para o centro e conseguindo uma excelente reunião. Fica a ideia que com um pouco mais de aposta teria conseguido redondear a lide, uma vez que, apesar de difícil, o “Coimbra” não queria (ou podia) comer ninguém. Humilde e talvez reconhecendo que podia ter feito mais, apenas agradeceu no centro da arena.

O quarto da noite, no mesmo estilo dos irmãos de camada, com falta de cara, manso e a cortar caminho nas raras investidas que teve, adiantando-se bastante nas reuniões, desconcertou por completo Luís Rouxinol, que nunca se conseguiu sobrepor às dificuldades do adversário, cravando uma série de ferros à garupa. Agradeceu discretamente junto à porta de cavalos.

Fechou a noite de “cavalaria” João Telles Jr. que mostrou não estar no seu dia: o sobrero era também um toiro pobre de cara, mas mais forte que os restante e ofereceu um par de boas investidas, não aproveitadas pelo cavaleiro, que se empenhou em “quiebros” desajustados, não adequados à lide que o oponente pedia. Fica na retina pela negativa a primeira tentativa no curto inicial, em que o toiro se arrancou de praça a praça e o ginete desperdiçou por completo a bela investida, ao tentar um “quiebro” a destempo e sem sentido.

Noite menos feliz também para os forcados, em muito motivada pelas descompostas investidas dos “Coimbras”, raramente empregando-se no galope e na maior parte dos casos a ensarilhar com a cara muito por baixo. Abriu praça pelo Grupo de Vila Franca, Ricardo Patusco, consumando à segunda uma pega rija nos primeiros dois derrotes, muito bem ajudado por Emanuel Matos. A primeira pega do Aposento da Moita foi efectuada, sem brilho, à terceira tentativa, com o toiro a meter mal a cara na primeira, a despachar o forcado com um derrote lateral na segunda e a deixar-se pegar a choto, com o grupo em bloco, não obstante o forcado não lhe ter alegrado a investida. O segundo dos vila-franquenses foi também pegado ao terceiro intento, por intermédio do jovem Rui Godinho, que não teve hipóteses no primeiro encontro, com o toiro a ensarilhar e parece ter adiantado ligeiramente a perna no segundo, dando sinal ao adversário para o despachar logo pelas canelas. Pegou finalmente com todo o grupo demasiado colado atrás de si, o que levou a que três forcados fossem lançados pelo ar e caíssem de lado do toiro, valendo a decidida e providencial intervenção do terceiro ajuda, Bernardo. Encerraram os homens do Aposento, também à segunda, numa barbela bonita, com o toiro a derrotar alto mas sem despachar e uma excelente primeira ajuda de lado, com o restante grupo a tapar bem a cara toiro do oponente.

De António Ferrera, perdoem-me os numerosos “fans” presentes, mas pouco há a dizer: toureia “a duzentos”, com muita voz pelo meio, em meios passes vertiginosos, raramente correndo a mão e assentando a planta. Aplicou esta fórmula quer ao complicado primeiro, que se virava muito rapidamente, quer ao nobilíssimo segundo, que só queria muleta e iria atrás dela até onde o levassem. Pena é que Ferrera queira sempre levá-los tão perto. Bandarilhou sem brilho e nem este tércio, que costuma praticar com espectacularidade embora nem sempre com verdade, o salvou. Nota positiva para os toiros de Manuel Veiga que, caso raro em Portugal, conseguiram o feito de sair melhor apresentados que os da lide a cavalo, embora também bastante cómodos de cara.

Neste 16 de Agosto arrudense, tragicamente marcado há 9 anos atrás pela perda do grande forcado vilafranquense, Ricardo Silva, a noite voltou a ser de infortúnio, não em termos (felizmente) de lesões, mas sim da qualidade do espectáculo. Espero sinceramente, amigo “Pító”, que do teu lugar de barreira eterno, tenhas decidido não assistir a esta.
O MAIS E O MENOS DA CORRIDA

- O Mais: A corrida decorreu sem intervalo, que para demora já bastava
- O Menos: As cortesias iniciaram-se com 10 minutos de atraso. A lamentável apresentação dos toiros de Manuel Coimbra. A qualidade geral do espectáculo

Fonte: http://bolasetetouradas.blogspot.com/2011/08/muito-pouco-para-contar-arruda-16-de.html

Crónica do Concurso de Ganadarias da Arruda 2010

- Praça de Toiros: José Marques Simões, em Arruda dos vinhos
- Data: 17 de Agosto de 2010, pelas 22.00 horas
- Empresa: Tertúlia “O Piriquita”
- Ganadarias: Pinto Barreiros, Vinhas, Conde de Cabral, António Charrua, Ruy Gonçalves e Herdade de Pégoras
- Cavaleiros: António Telles, Luís Rouxinol e Marcos Bastinhas
- Grupo de Forcados: Forcados Amadores de Santarém e Montemor, capitaneados por Diogo Sepúlveda e José Maria Cortes, respectivamente.
- Assistência: ¾ de casa
- Delegados da IGAC: Delegado técnico tauromáquico sr. António dos Santos, assessorado pelo médico veterinário Dr. Jorge Moreira da Silva.
Com organização a cargo da empresa Sociedade do Campo Pequeno, S.A., em conjunto com a dinâmica tertúlia “O Piriquita”, realizou-se mais um concurso de ganadarias em Arruda dos Vinhos, por ocasião das festas em Honra de Nª Sra. da Salvação. Cartel aliciante, constituído por duas das máximas figuras do toureio equestre português e um jovem à procura de afirmação. Para as pegas dois eternos e antigos rivais na arte de pegar toiros, em acesa, mas saudável competição.

Quanto aos toiros – talvez porque apenas disputassem o prémio bravura – eram díspares em apresentação e trapio. O exemplar vindo da ganadaria de Pinto Barreiros, com quatro anos e 480 Kg, era pequeno e sem trapio, com pouca força e impróprio para um qualquer concurso de ganadarias. Em termos de comportamento, teve mobilidade e colaborou na lide. A ganadaria Vinhas enviou um toiro também com quatro anos de idade, acusando na balança 530 Kg, com boa apresentação e que se mostrou reservado e de investidas suaves e sem apertar. O toiro de Conde Cabral, com quatro anos e 500 Kg, era de mau tipo, com a córnea muito fechada, um pouco escorrido de carnes e saiu manso encastado, a investir aos arreões, mas servindo para a lide. António Charrua levou um toiro com quatro anos e 620 Kg, de excelente apresentação e com trapio a condizer, mas que se revelou manso, a procurar tábuas, muito reservado e a esperar pelo cavaleiro. O toiro da Ganadaria do Engº Ruy Gonçalves, ferrado com o algarismo 5 na espádua direita e com o peso de 580 Kg, tinha excelente apresentação e trapio, doía-se ao castigo, era reservado e tapava-se no momento da cravagem dos ferros, adiantando-se muito às montadas. O último da noite, da Herdade de Pégoras, ferrado com o 5 na espádua e com 490 Kg, mostrou-se colaborante, com mobilidade, servindo bem para a lide. No final, o júri, constituído pelos próprios ganaderos, apesar da falta de bravura, atribuiu o prémio de toiro mais bravo ao exemplar da ganadaria de Pégoras, prémio contestado por grande parte do público.

António Ribeiro Telles esteve uma vez mais ao seu nível. No primeiro da noite, um toiro com pouca força e que não colaborava nas reuniões, deixou ferragem comprida algo traseira. Apenas o terceiro comprido resultou correcto em termos de colocação. Nos curtos, em sortes frontais e ao estribo, deixou quatro ferros de boa nota, sendo que o seu oponente não dava para mais. Já no segundo do seu lote, o mais pesado da corrida e um manso difícil de lidar, a lide do cavaleiro da Torrinha teve momentos de grande emoção, daqueles de fazer levantar as bancadas. Não foi, no entanto, nos compridos que tal aconteceu, com o primeiro a ser colocado às meia volta, sem citar e a cair, rectificando de imediato com a colocação de mais dois ferros de execução e colocação correctas. Nos curtos, com o toiro a fugir ao cavalo, negando-se a investir, o cavaleiro, sem qualquer intervenção dos seus subalternos, teve um trabalho de brega notável, indo buscar o toiro a tábuas, deixando-o em sorte e cravando de alto a baixo e ao estribo, com o toiro quase sempre a sair por cima da garupa do cavalo, em reuniões bem ajustadas e emocionantes. Quando o toiro já não saía de tábuas, optou por sortes sesgadas, mas de igual qualidade. Nota bem alta para os primeiro e quarto ferros, este em sorte a sesgo com reunião emocionante. No final da lide sofreu um forte toque na montada, depois de o toiro sair solto de tábuas, procurando fugir e apanhando o cavaleiro desprevenido, no momento em que se preparava para cravar.

Luís Rouxinol teve uma primeira lide de bom nível. Sempre de frente para o toiro na hora de cravar, deixou ferros em reuniões cingidas e como mandam as regras do toureio a cavalo à portuguesa, pese embora o toiro não emprestasse a emoção necessária nesses momentos. Rematou com vistosas piruetas na cara do toiro, sempre muito aplaudidas. Finalizou com um violino, um palmo a sesgo e um par de bandarilhas já sem toiro, o que o obrigou a duas passagens em falso antes de cravar. O quinto da noite, um toiro bem mais complicado, não permitiu ao cavaleiro de Pegões repetir o êxito que alcançou no seu primeiro. Optando por cravar com ligeira batida ao piton contrário, o toiro faltava debaixo do braço no momento de cravar, fruto do engano pronunciado. Rectificou, partindo de forma mais recta para o toiro, mas este adiantava-se e tocava na montada. Para levar os seus intentos por diante, teve que abrir o quarteio mais cedo para, assim cravar em sortes limpas e com correcção.

Marcos Bastinhas, ao lado de duas grandes figuras, não conseguiu estar ao seu melhor nível. Sempre a conduzir as montadas com as duas mãos nas rédeas, foi deixando ferros em viagens lateralizadas, com o quarteio muito aberto e algumas vezes já bem para lá do estribo. Nos ferros compridos da sua segunda lide andou bastante desacertado, com ferros a caírem e a falhar o toiro. No final da sua primeira actuação deixou um ferro curto e um de palmo em sortes de violino que foram muito aplaudidos pelo público.

Pelo Grupo de Forcados Amadores de Santarém abriu a noite Luís Sepúlveda, que citou com muita correcção, a andar bem para o toiro, mostrando-se e reuniu de forma correcta, para uma boa pega, bem ajudado pelo grupo e com o toiro a não complicar. Para a pega do terceiro da noite saiu João Brito, que aguentou bem o toiro e consumou uma muito boa pega à barbela, com o grupo mostrar coesão nas ajudas. A última pega do grupo foi executada por Manuel Roque Lopes, à 4ª tentativa, com o grupo em cima, sendo que na primeira saiu após o primeiro derrote do toiro, na segunda precipitou-se no cite e não recebeu da melhor forma, não conseguindo reunir e na terceira, com as ajudas mais carregadas não conseguiu agarrar-se. No final, num gesto de grande dignidade, não saiu para a volta, apesar da insistência do público, o que é de louvar.

O Grupo de Forcados Amadores de Montemor teve uma boa actuação, com três pegas ao primeiro intento. Para pegar o segundo toiro da noite saltou tábuas Frederico Caldeira, que citou com correcção, reuniu com impacto, fruto de não ter recuado com o toiro, aguentou bem os primeiros derrotes e consumou uma boa pega, com o grupo a ajudar bem. Filipe Mendes foi o escolhido para pegar o quarto da ordem, um toiro sério e difícil, que arrancou com muita pata mal avistou o forcado, que reúne bem, viaja até às tábuas, com entrada providencial do primeiro ajuda, aguenta fortes derrotes sozinho na cara do toiro, que foge ao grupo, que recupera bem, consumando uma grande pega já nos médios. No final duas voltas à praça merecidas, a primeira acompanhado do cavaleiro e do primeiro ajuda Hugo Melo. Para pegar o último toiro da corrida saiu António Vacas de Carvalho, que citou muito bem e, apesar de não reunir da melhor forma, consumou uma boa pega, sem que o toiro complicasse e bem ajudado pelo grupo.
O Mais e o Menos

+ O bom ritmo em que decorreu o espectáculo.
+ A proibição de entrada de público no decurso das lides.

- Nada a registar.

Fonte: http://bolasetetouradas.blogspot.com/2010/08/cronica-do-concurso-de-ganadarias-da.html

João Ribeiro Telles sobressai em Arruda dos Vinhos 2010

A primeira das corridas integradas nas Festas de Arruda, encheu a bem tratada e acolhedora praça na segunda-feira. O curro de toiros de Herdeiros de Conde Cabral, de apresentação muito semelhante, cumpriu de um modo geral, embora um ou outro desse mostras de mansidão.

O cavaleiro João Moura teve duas lides muito conseguidas, mesmo no seu difícil toiro que saiu em quarto lugar, no qual teve de recorrer à sua classe e experiência para cumprir a função.

Muito bem esteve o jovem João Ribeiro Telles, através de duas lides muito certas, em especial no quinto da noite, com bons curtos e dois ‘violinos’ a rematar.

O recém-alternativado Tiago Carreiras distinguiu-se na lide do que encerrou praça, marcando bem os terrenos e cravando bons curtos quando utilizou o seu cavalo ‘Quirino’, que foram muito aplaudidos.

Os forcados de Vila Franca de Xira Pedro Conceição (à segunda), Rui Godinho e Márcio Francisco (também à primeira), numa grande pega; e os de Coruche Carlos Tomás e Pedro Galamba (à segunda) com determinação e bem ajudado por José Tomás e Luís Gonçalves (à terceira) mostraram o seu reconhecido valor.

Dirigiu com a habitual competência José Tinoca, assessorado pelo veterinário José Manuel Lourenço.

Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/joao-ribeiro-telles-sobressai-em-arruda-dos-vinhos

Forcados de Arruda triunfam em Espanha!

Grande Tarde para os Amadores de Arruda dos Vinhos em Abanilla (Múrcia), com cinco pegas à primeira e uma à quarta tentativas…

O Grupo de Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos encerrou-se com seis toiros da ganadaria de Prieto de la Cal, este Domingo (25 de Abril), em Abanilla (Múrcia) e o êxito foi total apesar de uma pega, a 1ª da tarde, apenas ter sido concretizada ao quarto intento com o toiro a tirar a cara nas reuniões.

O público vibrou com a actuação dos rapazes da jaqueta vermelha de Arruda, vencedores 2009 do Certame de Atarfe na categoria de forcados.

Pelos Amadores de Arruda, Sérgio Miguel consumou apenas à 4ª tentativa, e depois todos á primeira Fábio Correia, Bruno Silva, Rodolfo Costa, André Laranjinha e Pedro Sabino.

Praça de Toiros de Abanilla (Múrcia), 25 de Abril de 2010. Toiros de Prieto de la Cal.

•Sérgio Vegas – Orelha e Silêncio
•El Cartagenero – Duas Orelhas e Duas Orelhas e Rabo
•Navarro Orenes – Volta e Silêncio
> Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos (4ª, 1ª, 1ª, 1ª, 1ª e 1ª Tentativas)

Fonte: http://bolasetetouradas.blogspot.com/2010/04/forcados-de-arruda-triunfam-em-espanha.html

FORCADOS DE ARRUDA ENCERRAM-SE COM SEIS TOIROS EM ESPANHA – BARREIRA DE SOMBRA

Pela primeira vez na sua pequena história, o Grupo de Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos irá encerrar-se com 6 toiros, no próximo dia 25 de Abril, na localidade de Abanilla (Murcia). No cartel estarão presentes os rejoneadores Sérgio Vegas, José António Navarro Orenes e “El Cartagenero”, diante de toiros de Conde de la Maza. Esta é a primeira presença dos Amadores de Arruda dos Vinhos em Espanha durante esta temporada, onde têm como objectivo entrar para a ANGF. De realçar a maneira bonita como está feito o cartaz, com uma fábulosa foto dos Amadores de Arruda, no passado ano na feira de Zamora, sendo o autor da foto, o crítico taurino António Lúcio.

Fonte: http://barreiradesombra.blogs.sapo.pt/5830.html

Tarde agradável em Arruda dos Vinhos

Realizou-se em Arruda dos Vinhos o IV Festival Taurino da Tertúlia “O Piriquita”, anunciava-se um cartel bastante atractivo mas o publico assim não o entendeu, e nem o anuncio de algumas figuras importantes do toureio a pé Espanhol tiveram força suficiente para levar o público desejado á praça de toiros da Arruda.

El Fundi recebe a gosto com o capote, e na muleta consegue alguns momentos de importância sem no entanto conseguir uma faena com ligação, era necessário que o toureio colocasse um pouco mais de si, pois o toiro queria e permitia mais.

António Ferrera foi o triunfador da tarde no que á parte apeada diz respeito, com a garra que todos lhe conhecemos, conquistou o público nos três tércios que executou, ouvindo grandes aplausos no tércio de muleta, com profundas séries de naturais.

Alejandro Amaya traçou uma lide de menos a mais, em que conforme ia entendendo o novilho, assim lhe ia imprimindo a lide adequada e a coisa resultou numa lide bastante interessante por parte deste toureiro.

Paço Velásquez, pouco teve a fazer nesta tarde face ao oponente que lhe tocou, ficamos a aguardar uma nova oportunidade para ver este toureiro, pois hoje não a teve.

Joaquim Bastinhas teve uma lide regular, sem deixar de ser agradável.

Luís Rouxinol toureou com garra e saber o novilho que lhe tocou, executou sortes de grande valor, terminando com o seu habitual par de bandarilhas.

Tiago Carreiras deu cartas na brega de que é grande executante, assim como na cravagem de ferros curtos de grande nota, mostrou estar em forma para a temporada que se avizinha, e que os seus triunfos não são apenas fruto do Quirino.

Os novilhos de Ascensão Vaz, cumpriram na generalidade.

Pegaram os Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos, á segunda, primeira e terceira tentavitas, de destacar a segunda pega da tarde executada pelo forcado Rodolfo Costa.

Dirigiu com acerto o Exmo Sr Ricardo Pereira, coadjuvado pelo Médico Veterinário Jorge Moreira da Silva.

Fonte: http://bolasetetouradas.blogspot.com/2010/03/tarde-agradavel-em-arruda-dos-vinhos.html

Enrique Ponce vuelve a organizar el festival contra el Cáncer de Jaén

El diestro Enrique Ponce volverá a organizar, un año más, el festival a beneficio de la Asociación Española Contra el Cáncer de Jaén, que en esta ocasión se celebrará el sábado 17 de abril, según publica El Ideal.

El cartel del festejo está compuesto por el rejoneador jienense Álvaro Montes, los diestros Manuel Cruz ‘Morenito de Jaén’, Enrique Ponce, El Fandi, Sebastián Castella, Salvador Vega y el novillero Miguel Hidalgo, con novillos de Zalduendo. Entre las novedades, la presencia de ‘Morenito de Jaén’, quien tomó la alternativa en su plaza natal hace ya más de 25 años.

FUNDI, FINITO Y FERRERA, EN ARRUDA DOS VINHOS
Otro festival tendrá lugar el 13 de marzo en la localidad portuguesa de Arruda dos Vinhos. Se lidiarán siete novillos de Ascensão Vaz para los matadores de toros El Fundi, Finito de Córdoba y Antonio Ferrera, así como los caballeros Joaquim Bastinhas, Luis Rouxinol y Tiago Carreiras, así como el novillero Paco Velásquez. El festejo ha sido organizado por la Peña ‘O Piriquita’ y contará con la presencia de los Forcados de Arruda dos Vinhos.

Fonte: http://www.burladero.com/noticias/009703/enrique/ponce/vuelve/organizar/festival/cancer/jaen

Tauromaquia: Triunfos Portugueses em Belmez amadores de Arruda e Moura Caetano!!

“No passado dia 12 de Setembro realizou-se uma corrida de Toiros em Belmez(espanha) em praça estiveram os cavaleiros João Moura Caetano ,Luis Miguel Arránz(duas orelhas no primeiro, uma no segundo) e Francisco Benito(duas orelhas e volta) as pegas estiveram a cargo dos Amadores de Arruda dos Vinhos.

_
João Moura Caetano realizou duas grandes lides tendo cortado na sua primeira duas orelhas e rabo e na segunda duas orelhas.
_
O Grupo de Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos realizou 3 grandes pegas, as duas primeiras pegas da tarde ao primeiro intento, e a terceira pega á terceira tentativa, nesta tarde pegaram: Fábio Correia a 1ª,Rodolfo Costa a 1ª e Pedro Sabino a terceira com um toiro complicado a arrancar-se e que tirava a cara.

cronica por: André Laranjinha(elemento do Grupo de Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos)”

Fonte: http://toiropreto.blogspot.com/2009/09/triunfos-portugueses-em-belmez-amadores.html

Festas 2009: Paco Velásquez, “ovacionado” em Arruda dos Vinhos

Paco Velásques actuou na passada quinta feira (13-8-09) em uma novilhada nocturna integrada na feira de Agosto de Arruda dos Vinhos! Enfrentou-se a um exemplar da Ganadaria de Coimbra Barbosa, que tinha a dificuldade de ficar-se curto no final dos muletazos e ser um pouco violento nas suas investidas. Paco recebeu o novilho com uma larga afarolada de joelhos para depois tourear por veronicas elegantes rematadas com uma grande meia verónica e uma revolera. Efectuou um quite por chicuelinas ajustadas onde em uma delas sofreu uma feia voltareta sem consequências graves. Brindou a sua faena ao Presidente da Camara Municipal de Arruda dos Vinhos e com a muleta teve alguns bons momentos por ambos os pitóns, quando entendeu as distâncias e percebeu que o erale obedecia bem aos toques, a forte voltareta que recebeu de capote teve importância no desenrolar da faena onde por vezes o novilheiro mostrava-se algo “perturbado”. No final foi recompensado com uma forte ovação do publico da Praça de Toiros de Arruda dos Vinhos.

O jovem novilheiro no final da novilhada deslocou-se ao Hospital onde lhe foi diagnosticado um forte hematoma no músculo da perna direita e tambem algumas lesoes nas costas que o obrigará a parar alguns dias…

Paco Velásquez actuará no próximo dia 29 de Agosto numa novilhada em Ribatejada – Madrid

Fonte: http://tauromaquianaturales.blogspot.com/2009/08/paco-velasquez-ovacionado-em-arruda-dos.html