Category Archives: Sec. XVIII

“Memorias de litteratura portugueza, Volume 1″, 1792

Fonte: http://books.google.pt/books?id=o-UAAAAAYAAJ&pg=PA301&dq=arruda&lr=&as_brr=1#v=onepage&q&f=false

 

Alvará de 14 de Junho de 1776. Mandando reduzir a dinheiro o jantar dado pela Vila da Arruda ao Senhorio da mesma Vila

Fonte: http://www.iuslusitaniae.fcsh.unl.pt/pesquisasimplesresultado.php?pesquisa=arruda&usado=2&campos=1&ordem=1&Submit=Pesquisar

Grandes de Portugal, 1742

 

Fonte:  http://books.google.pt/books?id=lMIGAAAAQAAJ&pg=RA1-PA342&dq=arruda&lr=&as_brr=1#v=onepage&q=arruda&f=false

“Grandes de Portugal”, 1742

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Fonte: http://books.google.pt/books?id=lMIGAAAAQAAJ&pg=RA1-PA342&dq=arruda&lr=&as_brr=1#v=onepage&q=arruda&f=false

“Portugal Sacro-Profano Freguesias do Reino”, 1768

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Fonte: http://books.google.pt/books?id=a58AAAAAcAAJ&printsec=titlepage&source=gbs_navlinks_s#v=onepage&q=&f=false

“Memorias para historia de Portugal, que comprehendem o governo del rey D. Joao I”, publicado em 1732

Tomo Segundo:

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Tomo Terceiro:

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Fonte:  http://books.google.pt/books?id=Tj8OAAAAQAAJ&source=gbs_navlinks_s

“Portugal Sacro-Profano Freguesias do Reino”, 1767

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Fonte: http://books.google.pt/books?id=XJ8AAAAAcAAJ&lr=&as_brr=1&source=gbs_navlinks_s

Chafariz de Arruda dos Vinhos

Definido um amplo largo no centro da vila, o chafariz pombalino de Arruda impõe-se, hoje, mais pelo seu aparato cenográfico que marca decisivamente a malha urbana, do que pelas razões utilitárias que, em 1789, estiveram na origem da sua edificação. Na verdade, o século XVIII dedicou especial atenção à questão do abastecimento da água às populações, sendo que as construções decorrentes desta preocupação, por parte da coroa, dos municípios ou dos nobres e eclesiásticos era, simultaneamente, uma forma de reforço do seu poder, ao qual não deixavam de associar a sua própria imagem, habitualmente através da exibição de brasões.

Assim, a pedra de armas de Portugal no coroamento do chafariz de Arruda dos Vinhos, denuncia uma mais que possível iniciativa ou colaboração régia na sua edificação.

O espaldar é seccionado por pilastras, encimadas por fogaréus assentes sobre bases piramidais. O remate contracurvado dos três panos converge, ao centro, no arco canopial que coroa e faz destacar o eixo do monumento. Este, é formado pela bacia e respectivas bicas, a que se segue um motivo vegetalista relevado ligando-se à pedra de armas, e terminando com a urna que remata o arco.

Acede-se à plataforma das bicas através de duas escadas nos extremos do chafariz, abrindo-se, entre elas, um amplo tanque rectangular, antecedido, no alçado frontal, por um conjunto de pilares. A água que o abastece jorra de uma bica que se liga directamente à bacia superior.

A sua construção, já do final do século XVIII, denota a influência pombalina na depuração das linhas, mas revela ainda o dinamismo barroco em determinados pormenores, como os fogaréus que rematam as pilastras.
(Rosário Carvalho)

Fonte: http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=71268

Mapa de Portugal 1780, com referência a Arruda

Mapa de Portugal de 1780, com referência a Arruda, S. Tiago.

http://rumsey.geogarage.com/maps/g2612025.html

Padre João Luiz de Carvalho

“Como essa ermidinha ficava muito à desamão dos devotos, e mais ainda das devotas da Senhora, que não podiam entrar na clausura, um dos seus mais insignes devotos e também insigne benfeitor dos Religiosos, o Padre João Luiz de Carvalho, beneficiado da Colegiada de Nossa Senhora da Salvação da vila de Arruda dos Vinhos, levantou a linda e artística capela que actualmente admiramos, aberta para o alpendre da portaria do convento. Tem sobre a verga da ampla entrada a data de 1777, mas a trasladação da imagem para ela efectuou-se, diz o Padre Frei Manuel de Maria Santíssima, no seu livro O Devoto Instruído, em treze de Junho de 1779. A capela é um sacrário de arte mariana. O mesmo devoto da Senhora custeou o lançamento do actual escadório, que dá descida para o átrio da capela e para o da igreja conventual.”

Fonte: http://www.virtual-net.pt/FranciscanosVaratojo/pag10.htm