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Arruda dos Vinhos: Análise sumária dos dados preliminares – Censos 2011

De acordo com informação divulgada pelo INE (difundida por e-mail a 23 de junho de 2011), é efetuada esta análise sumária dos dados preliminares dos Censos 2011, ao concelho de Arruda dos Vinhos no contexto da região Oeste e de Lisboa e Vale do Tejo.

De 2001 para 2011 verificou-se, no concelho de Arruda dos Vinhos, um crescimento populacional e habitacional sem precedentes, fortemente motivado por uma procura de qualidade de vida que é proporcionada em Arruda dos Vinhos.

Fatores como:
- Abertura da A10, numa primeira fase em 30 de setembro 2003 (sub-lanço Alverca-Arruda) e, numa segunda fase em 19 de dezembro de 2006 (sub-lanço Arruda-Carregado);
-Construção de novas áreas industriais;
-Construção de novas áreas residenciais;
-Construção de novos equipamentos escolares, tanto ao nível do pré-escolar e 1º ciclo, como de 2º, 3º ciclos e secundário;
-Construção de novos equipamentos de saúde (Centro de Saúde e Unidade de Cuidados Continuados);
-Criação de novos espaços culturais (Biblioteca Municipal, Galeria Municipal e Auditório Municipal);
Foram determinantes para a crescente procura deste concelho como local para residir.

O aumento populacional é de 29,55%, com um total de população residente de 13.408 habitantes em todo o concelho. Não se encontra contabilizada, uma vez que não está previsto nos inquéritos dos Censos 2011, o número de potenciais habitantes deste concelho. Ou seja, em todos os alojamentos considerados de 2.ª residência, que são em número significativo em todo o concelho, não é conhecida a composição da família que, a qualquer momento, pode passar a residir permanentemente em Arruda.

Em termos percentuais, no contexto da região Oeste (Nut III), Arruda dos Vinhos foi o concelho com maior crescimento populacional. Ao nível da região de Lisboa e Vale do Tejo Nut II – (composta por 53 Municípios), Arruda dos Vinhos é o 5.º concelho com maior aumento de população, depois de Mafra (41,19%), Alcochete (35,01%) Montijo (30,99%) e Sesimbra (30,92%).

O aumento populacional foi significativo, verificando-se também um acréscimo da população juvenil (menores de 18 anos), representando 21% sobre a população total, enquanto que em 2001 representava 18% da população total, o que apresentará uma base piramidal com maior representatividade. No entanto, uma vez que os dados preliminares ainda não dão a conhecer a população sénior (mais de 65 anos), não é possível prever o comportamento de topo da pirâmide.

Neste grupo etário (menores de 18 anos), Arruda dos Vinhos é, em termos percentuais, o concelho na região Oeste que apresenta maior crescimento (51,45% entre 2001 e 2011).

Passando do indivíduo à família, registou-se um aumento de 34,10% do número de famílias no concelho, com um total de 5.045 famílias.

Ao nível dos edifícios e alojamentos, verificaram-se aumentos de 23,12% e 35,01% respetivamente, com totais de 4756 edifícios e 6706 alojamentos, em 2011, verificando-se alguma construção em altura (vulgo prédio de habitação).

Em termos concelhios, registaram-se aumentos em todas as freguesias, sendo que ainda existe um acerto populacional para ser efetuado entre as freguesias de Arranhó e S. Tiago dos Velhos, devido a um erro do Instituto Geográfico Português na delimitação das freguesias, aguardando-se a correção nos dados provisórios dos Censos 2011. Em todo o caso, verifica-se uma maior concentração populacional na sede de concelho (freguesia de Arruda dos Vinhos), cujo aumento populacional foi de 48,09%, com um total de 8.641 habitantes.

Fonte: http://www.cm-arruda.pt/News/newsdetail.aspx?news=c60169a8-c05f-4273-b3c1-e317a63a0a76

Grandes de Portugal, 1742

 

Fonte:  http://books.google.pt/books?id=lMIGAAAAQAAJ&pg=RA1-PA342&dq=arruda&lr=&as_brr=1#v=onepage&q=arruda&f=false

Mário Gonzaga Ribeiro integra a lista de 100 personalidades que marcaram os 100 anos da República

Na Gala do Desporto da Confederação do Desporto de Portugal, que se realizou no dia 16 de Novembro, no Casino Estoril, subordinada ao tema “Cem Desportistas, Cem Anos da República”, que homenageou as 100 figuras que marcaram a história do desporto nacional no último século, o Presidente da Federação Portuguesa de Motonáutica, o Arrudense Mário Gonzaga Ribeiro, foi uma das cem Personalidades escolhidas.

Associando-se à comemoração do centenário da implantação da República, a Confederação homenageou, assim, as figuras desportivas mais relevantes no último século, tendo para o efeito lançado a iniciativa “Cem desportistas, cem anos de República”.

Fonte: http://www.cm-arruda.pt/News/newsdetail.aspx?news=5fe89cdd-3952-4e0e-a327-b5e16ddee714

António Vitorino: Morreu último membro da Filosofia Portuguesa

António Telmo Carvalho Vitorino, visto por muitos como mestre ou guru, e o maior representante vivo do grupo da Filosofia Portuguesa, discípulo de Álvaro Ribeiro (1905-1981) e companheiro de Agostinho da Silva (1906-1994), morreu ao princípio da manhã de hoje, sábado, no Hospital de Évora. Tinha 83 anos.

Na linha daquilo que expunham Teixeira de Pascoaes (1877-1952), José Marinho (1904-1975), Álvaro Ribeiro, Afonso Botelho (1919-1996), António Quadros (1923-1993) e também Agostinho da Silva, Telmo, que era, acima de tudo, um filólogo e um hermeneuta, há muito enredado na teia e na trama do esoterismo e do hermetismo, que defendia a especificidade do pensamento português.

António Telmo Carvalho Vitorino nasceu a 2 de Maio de 1927, em Almeida. Entre os dois e os seis anos, viveu em Angola com a família. Regressada a Portugal, fixou-se em Alter-do-Chão e, mais tarde, em Arruda-dos-Vinhos. António Telmo viverá por lá até aos 16 anos. Antes de ir estudar para a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ainda morará em Sesimbra. Na sua infância e juventude, foi um auto-didacta: estudava em casa e fazia os exames em Lisboa.

Aos 23 anos, ingressa no grupo da Filosofia Portuguesa, após ter conhecido José Marinho e Álvaro Ribeiro. A convite de Agostinho da Silva e de Eudoro de Sousa (1911-1987), foi professor de Literatura Portuguesa, durante três anos, na recém-formada Universidade de Brasília. De lá seguiu para Granada e, só depois, é que voltou a Portugal. Foi director da Biblioteca de Sesimbra e posteriormente radicou-se em Estremoz como professor de Português. Deixa obra extensa.

Fonte: http://jn.sapo.pt/blogs/babel/archive/2010/08/21/morreu-250-ltimo-membro-da-filosofia-portuguesa.aspx

“Grandes de Portugal”, 1742

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Fonte: http://books.google.pt/books?id=lMIGAAAAQAAJ&pg=RA1-PA342&dq=arruda&lr=&as_brr=1#v=onepage&q=arruda&f=false

Câmara de Vila Franca de Xira entrega II Prémio Literário Alves Redol

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira entregou, no passado dia 8 de Janeiro, o Prémio Literário Alves Redol ao Romance “Ao Redor dos Muros”, da autoria de João Carlos Costa da Cruz, e ao Conto “O Rapaz Que Pinta O Silêncio E Outras Historias”, da autoria de Carlos J. Alves.

A cerimónia teve lugar no auditório do Museu do Neo-Realismo, que juntou familiares dos autores, representantes da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira, e várias personalidades associadas à cultura da região, como o poeta Arquimedes da Silva Santos ou António Mota Redol.

Os vencedores receberam um prémio de 5000 euros, na categoria de Romance, e 2500 euros na categoria de Conto. A Câmara vai ainda dar apoio à publicação das obras através da aquisição de 500 exemplares na categoria de Conto e 350 na categoria de Romance.

Carlos J. Alves, de 38 anos, morador em Arruda dos Vinhos, disse a O MIRANTE que “a inspiração [para os contos] vem de episódios do quotidiano. A obra é um conjunto de textos que têm em comum temas como a paternidade e a miséria humana”.

Já João Carlos Costa da Cruz, de 45 anos, de Cantanhede, explicou a O MIRANTE que a ideia para o romance surgiu “do contacto com os presos na cadeia de Aveiro [onde trabalha]”.

A qualidade dos originais a concurso levou ainda o Júri a atribuir Menções Honrosas a Sandra Sofia Topete Amaro, com o Romance “o Umbigo de Deus” e a Patrícia Maia Noronha, com o Conto “O Brilho Vermelho”.

A presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha, destacou a importância deste Prémio Literário, sublinhando que “é um desafio para todos aqueles que escrevem e guardam na gaveta, e é uma forma de dar oportunidade a novos valores”.

Fonte: http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=35899&idSeccao=422&Action=noticia

Carlos Lourenço continua como presidente da Oeste CIM

O anterior presidente da Oeste CIM, Carlos Lourenço (PSD), continua à frente dos destinos da associação, depois de obter a maioria da concordância dos presidentes de Câmara do Oeste. Entre os 12 autarcas, o também presidente da Câmara de Arruda dos Vinhos, apenas não colheu a concordância de dois homólogos, numa cerimónia que decorreu na sede da associação, nas Caldas da Rainha, no passado dia 12 de Novembro.

Como primeiro vice-presidente foi eleito da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio (PSD), que vem substituir o seu colega de Sobral de Monte Agraço, António Bogalho, e como segundo vice-presidente continua o autarca da Lourinhã, José Manuel Custódio (PS).

Apesar de Carlos Lourenço ter feito saber que “à partida não estava disponível” para ocupar o cargo pelo terceiro mandato consecutivo, os projectos em curso na associação e a vontade da larga maioria dos autarcas levou-o a reconsiderar e aceitar recandidatar-se. “Há dossiers importantíssimos que eu iniciei e acompanhei e outros que estão em desenvolvimento”, justificou.

De acordo com Carlos Lourenço, a Oeste CIM vai dar continuidade aos dossiers em curso, nomeadamente o das contrapartidas pela deslocação da Ota para Alcochete. Fez no passado 10 de Setembro um ano que foi contratualizado e “há alguns estudos que estão em desenvolvimento, mas o que queremos é que as coisas andem mais depressa”, disse o responsável.

Na sua opinião face ao atraso há que fazer pressão no sentido da sua execução, mas querem reunir primeiro com os novos membros do governo que serão os seus interlocutores.

Apostas da associação para este mandato são também a Agência da Energia e a constituição da AMO Mais.

Apesar de não ter chegado a apresentar a candidatura, o presidente da Câmara do Cadaval, Aristides Sécio, havia mostrado “disponibilidade para trabalhar para a associação”, quando soube que Carlos Lourenço não pretendia voltar a ocupar o cargo. Ele foi também uma das vozes mais críticas do trabalho desenvolvido pela associação no último mandado.

Não critica o trabalho feito, mas considera que “falta fazer mais em relação à coesão regional” e que a actuação da Oeste CIM deve ir além da gestão dos fundos comunitários.

Na sua opinião agora há que “fazer a arrumação da casa” e criar condições para “agarrar” a região em todas as vertentes para “quando se acabarem os fundos comunitários a associação continue e a região tenha um eixo para se afirmar”.

Alcobaça está pela primeira vez na direcção do conselho executivo da Oeste CIM e, de acordo com Paulo Inácio, a sua gestão vai ser feita com “entusiasmo e determinação”, até porque acha que este município “também tem uma palavra a dar no âmbito do Oeste e as novidades, por vezes, também são importantes para as instituições efectuarem um bom trabalho”. Garantiu ainda que neste órgão a sua tarefa não é defender Alcobaça mas toda a região Oeste.

De fora ficou o autarca de Sobral de Monte Agraço, António Bogalho, que foi vice-presidente no último mandato e parte do anterior. A CDU deixa de estar representada na direcção, mas António Bogalho garante que não fica nada magoado e afirma que a sua colaboração com a associação continua a ser a mesma.

“A equipa directiva que vai prosseguir os destinos desta casa é óptima”, disse, destacando que “é sempre bem vindo sangue novo”.

O presidente da Câmara das Caldas, Fernando Costa, fez um balanço positivo do trabalho de Carlos Lourenço e considera que “é quem está em melhores condições para liderar”.

A Oeste CIM é constituída pelos municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.

Fonte: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/548594

Resenha das familias titulares do reino de Portugal – Diversos, 1838

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Fonte:  http://books.google.pt/books?id=E2YEAAAAQAAJ&dq=arruda&lr=&as_brr=1&source=gbs_navlinks_s

Candidata de Arruda dos Vinhos é Rainha das Vindimas de Portugal

Vanessa Paulo, de Arruda dos Vinhos, foi coroada Rainha das Vindimas de Portugal, na segunda edição do certame, que teve lugar este sábado em Palmela. A candidata “da casa”, Tresinha Penedo, foi eleita 1.ª Dama de Honor.

A candidata n.º 1, Vanessa Paulo, de 19 anos de idade, proveniente de Arruda dos Vinhos venceu, sábado à noite, no Cine-Teatro S. João de Palmela, a segunda edição da Gala de eleição da Rainha das Vindimas de Portugal, que reuniu oito candidatas, naturalmente oriundas de terras de vinhos.

Vanessa Paulo recebeu a coroa, em jeito de testemunho, da primeira vencedora deste novo certame nacional relacionado com a vinha e o vinho, curiosamente também ela natural de Arruda dos Vinhos, de seu nome Patrícia Flausino, eleita em 2008, em Santarém.

Tresinha Penedo, de 20 anos, eleita Rainha das Vindimas de Palmela no ano passado, foi eleita 1.ª Dama de Honor, logo seguida de Inês Pedro, de 16 anos, do Cartaxo, que logrou ainda arrebatar o título de Miss Fotogenia.

O espectáculo de eleição da Rainha das Vindimas de Portugal conheceu este sábado, em Palmela, a segunda segunda edição, depois de Santarém, em 2008, onde o concelho palmelense se fez representar através da sua Raimnha desse ano, Vanessa Ferreira, e que arrebatou os três títulos: 2.ª Dama de Honor, Miss Fotogenia e Simpatia.

Num “quente”Cine-João (para quando a introdução de ar condicionado na sala?), as claques provenientes das diversas terras de vinhos, aplaudiram incondicional e ruidosamente as suas candidatas a este certame, respectivamente eleitas Rainha das Vindimas nas suas localidades.

A animação musical deste espectáculo esteve a cargo da Orquestra Palmela Encore, dirigida pelo maestro José Condinho. O júri do concurso foi composto por: Carla Calderira (ex. Miss Portugal), Ruio Minderico (fotógrafo), José Arruda (secretário-geral da AMPV), Henrique Jones (médico da Selecção Nacional de Futebol) e Luís Lobo da Silva (Adega Cooperativa de Palmela).

Esta gala de beleza teve lugar em Palmela devido ao facto desta vila ter concorrido e vencido a candidatura à “Cidade do Vinho”, uma nova e nobre iniciativa a cargo da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV), cujo objectivo se prende com a “divulgação e preservação dos vinhos e da vitivinicultura”.

Na qualidade de ‘anfitriã’ desta iniciativa, Ana Teresa Vicente, edil palmelense, subiu ao palco do S. João, na fase debaldar do concurso de beleza para dizer da sua satisfação, acrescentando que a iniciativa “é meritória de toda a nossa aposta”.

Fonte: http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=346&id=12063&idSeccao=2741&Action=noticia

A Bruxa da Arruda

A mais famosa bruxa portuguesa é ainda hoje conhecida pelo nome de «Bruxa da Arruda». Não foi apenas uma mas sim toda uma sucessão de várias mulheres da mesma familia que ao longo de várias gerações foram passando o seu secreto saber (e possivelmente também alguns bens) de mães para filhas. Não se sabe a que época remonta a primeira Bruxa da Arruda, mas supõe-se que terá herdado os seu conhecimentos de algumas Comendadeiras de Ordem de Santiago que ficaram em Arruda dos Vinhos. As primeiras terão sido analfabetas, a partir de certa altura terão passado a utilizar o Livro de S. Cipriano. Consta que existem ainda algumas descendentes destas senhoras que exercem a sua actividade nos arredores de Lisboa.

Sabe-se que existiu no século passado uma bruxa (curandeira?) de nome Ana Lérias na Aldeia das Neves, a primeira cujo nome ficou conhecido. Uma neta sua, Adelina da Piedade Louro,  terá conseguido salvar uma rapariga de Setúbal. A rapariga terá sido posta num quarto, sem nada para comer para além de sementes de abóbora, e apenas com um alguidar com leite junto dela. Consta que passados dois dias deitou uma cobra pela boca.

A rapariga estaria provavelmente atacada de lombrigas, que podem chegar a ter trinta centímetros de comprimento, podendo ser confundidas com pequenas cobras, e que, molestadas pelas sementes de abóboras, que hoje sabemos que contêm um poderoso vermicida, e procurando comida, lhe terão subido até à garganta atraídas pelo cheiro do leite.

Aquilo que hoje pode ser explicado como um fenómeno perfeitamente natural foi na altura considerado um verdadeiro prodígio de feitiçaria que tornou famosa a Curandeira D. Adelina.

AS PRÁTICAS DO OCULTISMO de Teresa Castro dÁire e os agradecimentos ao Marco Paulo Antunes, um jovem  universitário de Arruda dos Vinhos, muito interessado nos seus valores culturais da sua terra, que procedeu à recolha destes dados.

Fonte: http://www.comunidade-espiritual.com/groups/?id=252&link=view_topic&topic_id=16831&group_id=252