Fonte: http://books.google.pt/books?id=o-UAAAAAYAAJ&pg=PA301&dq=arruda&lr=&as_brr=1#v=onepage&q&f=false
ARRUDA DOS VINHOS, Portugal – The last thing the Portuguese will go without is a hearty meal at one of the country’s thousands of restaurants to enjoy specialties like suckling pig, grilled sea bass or ‘bacalhao’ cod.
That could be about to change as Portugal wallows in its deepest recession since returning to democracy in the 1970s, weighed down by harsh austerity imposed by a 78-billion-euro bailout from the European Union and IMF.
As the Portuguese adopt previously unheard of practices like skipping traditional family lunches out at the weekend or eating sandwiches at their desks instead of enjoying full, hot meals at restaurants, usually accompanied by wine, the impact is visible everywhere.
“I have never seen it as bad as this in the 18 years I have been here,” said Rogerio Oliveira, whose ‘O Pote’ restaurant in the town of Arruda dos Vinhos had guests at just two tables on a Saturday lunch-time in January.
Oliveira’s restaurant, where his wife cooks and his son waits tables, is typical of many Portuguese dining establishments in that the entire family’s livelihood is at stake.
“I will try everything possible to survive. This is all I’ve got,” said Oliveira, 59, across the bar counter where bundles of garlic hang and locally-made wines line the shelves.
At first sight, the troubles for Portugal’s restaurants may seem small compared to the country’s huge economic challenges in overcoming its massive debts, which will reach 105 percent of economic output this year, and riding out the euro zone crisis.
But, considering that restaurants, coffee shops, bars and bakeries together represent the fourth-largest source of jobs in Portugal, the eateries’ troubles spell a significant risk for the economy. They have around 7 billion euros in sales a year, the equivalent of about 4 percent of GDP.
TAX RISE ‘LAST STRAW’
That didn’t stop the government from raising value-added tax on restaurants to 23 percent from 13 this month, rubbing salt in the wounds as the sector already saw a massive slump in demand last year.
“We don’t understand this decision. It is simply inexplicable,” said Ana Jacinto, deputy secretary-general of the AHRESP lobby group that represents the hotel and restaurant sector.
“Many restaurants are already suffocating or were technically bankrupt, higher value-added tax will be the last straw that pushes them out of business,” she said.
AHRESP has warned that 21,000 restaurants could be forced to shut down, leaving 45,000 people out of work. There are an estimated 90,000 restaurants in Portugal, employing about 350,000 people out of a population of 10.5 million.
That is already happening — in Arruda dos Vinhos four restaurants have shut down since the start of the year — and restaurants have started to lay off waiters or shut down across the country as the Portuguese cut their eating-out habits.
“Instead of ordering meals, people just go for soup and a sandwich these days,” said Luis Esteves, manager at ‘A Bela Ipanema’ in Lisbon. His restaurant raised prices for the first time in seven years after the increase in taxes.
The industry says the strategy could backfire by increasing the ranks of those who claim unemployment benefits as dining-out slumps. Portugal’s jobless rate is already above 12 percent, its highest since the early 1980s, and is expected to rise further.
“The government made a simple mathematical calculation — it is convinced that raising value-added tax will increase revenues,” said Jacinto.
“It forgot that the restaurants that can’t manage will shut, which means more unemployed. Then, there won’t be a rise in revenues but an increase in expenditures.”
The government declined to answer questions on the likely impact of the VAT measure. But it shows no intention of backing down despite heavy lobbying by the sector, including an appeal to the president to intervene this month.
Prime Minister Pedro Passos Coelho has said the entire country has to make sacrifices to drag Portugal out of its crisis and ensure there are enough revenues for the tough budget goals to be met.
“I am convinced that we will meet the budget goals for 2012 and as of 2013 I am confident that we will have ridden out the storm,” he said recently.
RESTAURANTS TURN TO GREY ECONOMY
Another concern is that restaurants may simply turn to the informal economy and not levy any value-added tax at all, further sapping the government of precious revenues.
A study this week showed the grey economy had already expanded in 2010 — before austerity imposed by the bailout started last year — to a quarter of economic output, only lower than Greece and Italy in western Europe.
Some economists say the squeeze on restaurants is justified by the fact that Portugal’s real economic challenge is to boost competitiveness by cutting costs and raising savings.
“There is a need to cut consumption and raise savings, this is a way of doing that,” said Cristina Casalinho, chief economist at Banco BPI. “The main short-term worry is to meet budget goals.”
That leaves restaurants with little choice other than to hope for the best, that clients don’t turn away altogether, as they adopt marketing tricks like giving away free lottery tickets with meals or offering cheaper meals during “anti-troika hour” (the troika of bailout lenders are the European Commission, the European Central Bank and the IMF).
“To be honest, I think it will be hard. Just look around, this is half empty, it wasn’t like this before,” said Manuel ‘Manolo’ Calvino, owner of the ‘Buraco,’ or Hole, snack bar in Lisbon.
“Over lunch, I ask my usual clients why they are not coming in any more for breakfast and they tell me they’ve decided to eat at home.”
Sérgio Miguel, 37 anos de idade e Gestor de Categoria de profissão, é o cabo do Grupo de Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos, sucedendo em 2011 ao anterior cabo Paulo Lúcio.
Grupo fundado no ano de 2008 e que na temporada transacta cumpriu o primeiro ano como grupo pré-associado da Associação Nacional de Grupos de Forcados.
Taurodromo.com – Como considera que correu a temporada 2011 para o grupo?
Sérgio Miguel – A temporada 2011 correu muito bem para o grupo. Realizámos 7 corridas com muita responsabilidade e empenho da nossa parte, sendo o primeiro ano como pré-associados na ANGF.
Do meu ponto de vista, soubemos dignificar a Jaqueta de forcado, tenho visto algumas das entrevistas com declarações sobre este assunto.
T – Quais os melhores e piores momentos do grupo na temporada 2011 que gostaria de destacar?
SM – O pior para o grupo foi não termos pegado mais corridas.
Um dos melhores foi a corrida em Arruda dos Vinhos no dia 17 de Agosto, no concurso de ganadarias. O grupo apresentou-se na sua terra, com grande empenho e responsabilidade. Pegámos ao lado dos Grupos de Azambuja e Alenquer, dois grupos da região e apesar de tudo, o grupo tinha de mostar que tinha valor, para não desiludir aqueles grupos que votaram a favor da nossa entrada na ANGF e que acreditaram em nós.
T – Qual a ganadaria que o grupo mais gostou de pegar na temporada 2011?
SM – A ganadaria que o grupo mais gostou foi o toiro Pegoras em Arruda. Tenho de agradecer ao Pedro Faria (Piriquita ) e ao Rui Bento Vasques (Campo Pequeno ), por terem acreditado em nós. Não podia deixar de agradeçer a estas pessoas.
T – Qual o estado do grupo actualmente, em termos de número de elementos? Têm dificuldades de recrutamento?
SM – Olhe, o grupo está de boa saude e recomenda-se. O número de elementos actualmente é de 25. Temos muita rapaziada nova com quem ainda não podemos contar com eles a 100%, porque ainda têm muito para aprender. É por isso que aos poucos vamos fardando um ou outro desses elementos, só para sentirem o “peso” da jaqueta .
T – A temporada de 2012, será finalmente a temporada com bandarilhas de segurança?
SM – Penso que há ainda algum trabalho pela frente em relação a este assunto. A ANGF tem feito muito não só por este tema, bem como elevar mais alto o nome do Forcado.
T – Na temporada de 2012, prevê-se uma diminuição do numero de corridas a realizar com o acréscimo do valor do IVA e o agravamento da crise económica. O que espera da temporada de 2012?
SM – Espero sinceramente que seja melhor do que a do ano passado. Sempre fui muito positivo e acredito que o aumento do IVA, não irá influenciar as idas aos espectáculos. Um aficionado que seja aficionado de facto, arranjará sempre maneira de estar presente.
Penso e desejo que este ano, todos os aficionados, empresários, cavaleiros, forcados e ganadeiros, … , etc, resumindo, todos os intervenientes na festa brava no geral, se unam e trabalhem em conjunto para podermos atravessar este ano de crise ainda com mais sucessos.
Segundo Joel Serrão, o termo concelho surge em Portugal nos diplomas, por volta do século XIII e deriva da palavra latina concilium, signifcando uma comunidade de extensão variável, cujos moradores usufruem de uma autonomia administrativa.(…)
A data ofcial da fundação do concelho não é conhecida, e a hipótese de que a origem dos concelhos portugueses tenham tido origem nos municípios romanos, tem vindo a ser posta de parte por alguns historiadores. Certo é que, segundo Pinho Leal, em “Portugal Antigo e Moderno”, D. Afonso Henriques concedeu foral a esta vila em 1160, embora esta data tenha sido constestada mais tarde por Alexandre Herculano que defende que o “Castelo de Arruda é doado ás Ordem de Santiago” por D. Afonso Henriques em 1172, como atesta o documento original à guarda da Torre do Tombo. No entanto, esta doação poderá não ter sido efectiva, pois D. Sancho I concedeu a doação em 1186, depois de “reedifcar e povoar a vila”, como também atestam os documentos históricos.
A questão da concessão de Foral e a discodância entre os históriadores é notória, surgindo até a hipotese de concessão de Foral apenas em 1517, tendo até então Foro.
De acordo com fontes e legislação da época, verifca-se que foram necessários cerca de oitenta anos para que o Concelho de Arruda dos Vinhos assumisse a confguração que possui atualmente.
A 13 de janeiro de 1898 por decreto do Rei D. Carlos I, 12 anos antes da Implantação da República, deu-se a restauração do Concelho de Arruda dos Vinhos, tal como se encontra nos dias de hoje, composto pelas freguesias de Arruda dos Vinhos, Arranhó, Cardosas e S. Tiago dos Velhos e tinha cerca de 5500 habitantes.
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Setembro de 1823
O Concelho de Arruda era composto pelas freguesias: Arruda e Cardosas. As freguesias de Arranhó, São Tiago, São Quintino e Sapataria pertenciam ao Concelho de Lisboa.
Novembro de 1836
As freguesias de Arranhó e São Tiago passaram para o Concelho de Arruda. A freguesia de Sapataria passou para o Concelho de Enxara dos Cavaleiros e a de São Quintino para o Concelho de Sobral de Monte Agraço.
Outubro de 1855
São extintos os Concelhos do Sobral de Monte Agraço e Enxara dos Cavaleiros e são integradas no Concelho de Arruda as freguesias de Sapataria, São Quintino e Sobral.
Julho de 1867
É extinto o Concelho de Arruda sendo as suas freguesias integradas noutros Concelhos.
Arruda tendo anexado Arranhó e Cardosas, passa a ser uma única freguesia, fazendo parte do Concelho de Vila Franca de Xira. A freguesia de São Tiago dos Velhos seria anexada juntamente com a freguesia de São João dos Montes à freguesia de Alhandra, que passaria a fazer parte do Concelho de Vila Franca de Xira.
Janeiro de 1868
Foi revogada a reforma administrativa e repostos os Concelhos na sua forma inicial.
Fevereiro de 1887
A sede do Concelho da vila de Arruda era transferida para a Vila do Sobral na sequência da ação de uma Vereação afeta ao Sobral. Tal situação iria originar grandes animosidades entre a população das duas vilas.
Março de 1890
Fruto daquelas rivalidades o Concelho de Arruda era restaurado e composto com as freguesias que possuía à data da sua extinção.
Setembro de 1895
Nova reforma administrativa que extingue os Concelhos do Sobral e de Arruda, em que o primeiro foi anexado ao Concelho de Torres Vedras e o segundo integrado no Concelho de Vila Franca de Xira, com as freguesias de Arranhó, Arruda, Cardosas e São Tiago.
Janeiro de 1898
São restabelecidos defnitivamente os Concelhos de Arruda e do Sobral, ficando o Concelho de Arruda com as freguesias Arruda , Arranhó, Cardosas e São Tiago e o Sobral com as freguesias do Sobral, Sapataria e São Quintino.
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Constata-se que apesar das várias transferências da sede do Concelho, Arruda nunca perdeu o estatuto de freguesia não se tendo verifcado o mesmo com Arranhó, Cardosas e São Tiago, que terão sido várias vezes integradas noutras freguesias.
Fonte: http://www.cm-arruda.pt/Download.aspx?x=f99fb917-b3dd-4890-9039-03b767b558cb
Esta foi a terceira vitória consecutiva de Vasco Azevedo (Lamego) na Maratona de Lisboa, a quarta no total, se contabilizarmos a vitória em 2007. Melhor que há um ano, num percurso idêntico, Vasco Azevedo teve de se esforçar para fugir do ucraniano Anatolii Arzhekhovskyi, que acabou por ficar no segundo lugar. O tempo de 2:22.03 horas alcançado pelo português fica, contudo, longe dos 2:19.57 horas de 2007, embora deva ser considerada a idade do atleta (37 anos) e a maior dificuldade do percurso. “Sinto-me contente por ser a primeira pessoa a conseguir isso”, referiu-se Vasco Azevedo à sua terceira vitória consecutiva. O atleta nortenho referiu-se também à diferença entre a prova de 2010 e a deste ano : “este ano tive mais luta este ano tive companhia até aos 40 quilómetros, o ano passado aos 25 quilómetros já vinha sozinho”. Fechou o pódio Viljar Vallimãe (Estónia), com 02:25.44 horas, chegando o pódio português do Campeonato Nacional de Maratona ainda abaixo das 2:30 horas, através de Daniel Peixoto (2:28.30) e Carlos Santos (2:28.58). A profundidade da prova masculina melhorou relativamente há um ano, com cinco atletas abaixo das 2:30 horas, contra os três atletas abaixo deste tempo, há um ano.
Tal como já havia ocorrido no Campeonato de Portugal de 10000 metros da época passada, curiosamente realizada no Estádio 1º de Maio, Anabela Tavares (Arrudense) mostrou que a sua estreia na Maratona este ano, no Algarve, foi uma aposta ganha. A atleta teve vida mais facilitada que Vasco Azevedo, dado que a russa presente, Larisa Androsova, esteve muito longe de outras atletas russas que já passaram pela competição, como as vencedoras das duas edições anteriores (Marina Kovaleva e Yulia Mochalova). As 2:50.15 horas de Anabela Tavares só tiveram pior nas duas primeiras edições do evento, nos anos 80 e desde aí nunca uma vencedora tinha demorado mais que 2:50 horas. “Estou muito emocionada, a corrida foi muito boa”, disse Anabela Tavares, queixando-se do final muito duro. “O sabor de ser campeã nacional é muito bom, não estava a espera de ser campeã”, disse ao Atleta-Digital. Os altos e baixo do percurso e a pouca competitividade permitiu a Anabela Tavares sagrar-se campeã, com a segunda portuguesa a ser a terceira no pódio da competição, Lídia Pereira (2:58.40 horas), atleta já com 44 anos de idade. A terceira, e última (!), do campeonato nacional acabou por ser Filomena Costa, também do CP Mangualde, com 3:44.05 horas…
RESULTADOS (Maratona):
Masculinos:
1. Vasco Azevedo (SC Lamêgo) – 02:22.03
2. Anatolii Arzhekhovskyi (Ucrânia) – 02:22.25
3. Viljar Vallimãe (Estónia) – 02:25.44
4. Daniel Peixoto (ADERCUS) – 02:28.30
5. Carlos Santos (SL Benfica) – 02:28.58
Femininos:
1. Anabela Tavares (CRD Arrudense) – 02:50.19
2. Larisa Androsova (Russia) – 02:55.33
3. Lídia Pereira (CP Mangualde) – 02:58.41
4. Carla Pinto (GD Macedo) – 03:11.56
5. Sylvie Durand (França) – 3:19.58
Fonte: http://atleta-digital.com/index.php?option=com_content&task=view&id=4140&Itemid=51
Na Maratona de Turim foi 7º classificado.
Complicaram-se hoje as contas para a disputa por um lugar na prova de Maratona nos Jogos Olímpicos, com Hermano Ferreira a alcançar o mínimo ‘B’ tal como antes já o conseguira Luís Feiteira.
Em 2010 o fundista português tinha chegado a 2:13.28 horas em Viena, que lhe permitiu marcar presença no Europeu de Ar Livre, em 2011, no dia de hoje, a mesma marca foi alcançada em Turim, que constituí mínimos ‘B’ para os Jogos Olímpicos de 2012. A prova de hoje teve uma profundidade de resultados interessantes com cinco atletas abaixo das 2:10 horas, numa prova disputada e vencida pelo marroquino Aziz el Idrissi, que terminou em 2:08.13 horas, numa prova onde caíram vários recordes pessoais.
No caso do português caiu o recorde pessoal, mas por igualdade com a marca de Viena, chegando Hermano Ferreira no 7º lugar, o melhor europeu em prova, à frente do italiano Giovanni Gualdi (2:14.01 horas). Com esta marca, de 2:13.28 horas, Hermano Ferreira está ainda longe de ter garantido presença em Londres, até porque Luís Feiteira fez no passado mês de Outubro o registo de 2:13.12 horas o que o coloca, à partida, como o preferido nas contas da selecção nacional, até pelo seu historial, embora não seja de excluir a hipótese de ter de haver desempate em algum evento na primavera de 2012.
Ainda nesta prova, a vencedora feminina foi a ucraniana Yuliya Ruban, com a marca de 2:27.10 horas, seguida por mais duas atletas europeias de leste : Rasa Drazdauskaité (2:29.47) e Silviya Skvortsova (2:30.09).
RESULTADOS:
Masculinos:
1. Aziz el Idrissi (Marrocos) – 2:08.13
2. William Chebor (Quénia) – 2:08.21
3. Mergesa Bacha (Etiópia) – 2:08.55
4. Peter Kirui (Quénia) – 2:08.56
5. Antony Wairuri (Quénia) – 2:09.48
…
7. Hermano Ferreira (Portugal) – 2:13.28
Femininos:
1. Yuliya Ruban (Ucrânia) – 2:27.10
2. Rasa Drazdauskaité (Lituânia) – 2:29.47
3. Silviya Skvortsova (Rússia) – 2:30.09
4. Debellu Gemechu (Etiópia) – 2:30.55
5. Olivera Jevtic (Sérvia) – 2:32.09